Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.
O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa…
Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS
CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado…!
Te vi ontem, dando o rabo pra um coelhinho felpudo.
Já contei pra todo mundo!
Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, (Valinhos, 6 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982) foi um compositor, cantor, humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais.
O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortado. O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabia que o estrelato e o bom sucesso econômico só seriam alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que era o rádio.
O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show: Trem das Onze. É bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que se torna intemporal. Adoniran alcança, então, o almejado sucesso que, entretanto, dura pouco e não lhe rende mais que uns minguados trocados de direitos autorais. A música, que já havia sido gravada pelo autor em 1951 e não fizera sucesso ainda, é regravada novamente pelos “Demônios da Garoa”, conjunto musical de São Paulo (esta cidade é conhecida como a terra da garoa, da neblina, daí o nome do grupo). Embora o conjunto seja paulista, a música acontece primeiramente no Rio de Janeiro. E aí sim, o sucesso é retumbante.
O encontro realizado entre um dos maiores músicos da música popular brasileira junto com o mais polemico rapper brasileiro para regravar Ponta de Lança Africano (Umbabarauma), realmente foi demais.
Uma ação realizada por uma marca de produtos esportivos, onde trechos do clipe foi exibido no programa Fantástico do dia 13/06, e foi um dos temas mais comentados no twitter.
Um encontro desses nunca passaria em branco, onde traz os vocais de Jorge Ben Jor, Mano Brown e back das Negresko Sis (Anelis Assumpção, Céu e Thalma de Freitas). O instrumental ficou por conta de Duani Martins, Gustavo Da Lua e Pupillo.
A arte do Beat Box é uma coisa que realmente impressiona, e esses dias postamos uma brincadeira feita com um cachorro, mas hoje mostramos um Beat Boxer que realmente chama muita atenção, mais conhecido como Joseph beatbox.
O Trio Mocotó foi formado em 1968 na Boate Jogral, onde Fritz “Escovão”, João “Parahyba” e Nereu Gargalo trabalhavam. Na época, a boate paulistana era o grande ponto de encontro da música brasileira e os três contratados da casa acompanhavam diariamente nomes como Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Cartola, Paulo Vanzolini, Manezinho da Flauta, além das históricas “canjas” com artistas brasileiros e outros ilustres visitantes como Duke Ellington, Oscar Peterson, Earl Hines.
No ano de 1969 a moda havia, literalmente, descoberto a perna feminina, subindo as saias bem acima dos joelhos. Enquanto a minissaia escandalizava em seu sucesso, o joelho feminino ganhava um apelido: mocotó. Como o trio estava sempre brincando com a gíria nova e comentando as belas moças de “mocotós” expostos que frequentavam o Jogral, começaram a ser chamados informalmente de Trio Mocotó. A gíria “oficial” escondia também uma brincadeira de artistas como Wilson Simonal que frequentavam o Jogral. O mocotó, para eles, podia designar tanto o joelho, quanto partes íntimas femininas. A partir daí, Jorge Ben compôs “Eu também quero mocotó” com título de duplo sentido. No mesmo ano o nome do grupo teve de ser oficializado por causa da participação no Festival Internacional da Canção. Os três subiram ao palco ao lado de Jorge e defenderam “Charles, Anjo 45″ debaixo das vaias de um Maracanãzinho lotado. O próprio Jorge já havia composto a música “Eu Também Quero Mocotó”, que foi defendida no mesmo festival por Erlon Chaves e a Banda Veneno com Jorge e o Trio Mocotó como convidados.
Em época de gripe suína a melhor coisa é seguir os melhores procedimentos para que não pegue o vírus, mas procedimentos médicos devem ser seguidos sempre a risca, e isso é o que nosso querido Mussum nos mostra!
Parecia mais um blog morrendo, mas estamos de volta novamente… Realmente ser blogueiro é complicado, concorrência com muitos chupins e lixos, comentários sem nexo, além dos investimentos e horas perdidas que são recompensados pelos acessos de muitos seguidores.
Os três delinquentes estão de volta, após umas férias para conseguir por as coisas no lugar, trazendo novamente muita porcaria e coisas que valem a pena ou não perder um tempo lendo ou vendo.
Vamos ver se agora não paramos novamente!
Nada como um som bem louco para comemorar a volta do Piripáque!