A um dia de o clube comemorar seu centenário, torcedores do Corinthians picharam muro do Centro de Treinamento do São Paulo, com provocações.
Mas para surpresa de todos, e bem no dia do “centenada”, sai a notícia de que “dutos que transportam óleo combustível e outros derivados de petróleo atrapalham o projeto do estádio do Corinthians em Itaquera. Eles passam sob a área onde o clube, com a Odebrecht, quer construir sua arena”.
Apesar de ainda achar que o pilantra Andrés Sanchez esteja aprontando mais uma para conseguir o quer, mais uma vez ficou no sonho dos corinthianos ter um estádio, mas a única injustiça nessa história toda, é que os são paulinos mais uma vez não terão direito de resposta, afinal terá que esperar mais 100 anos para pixar o muro do estádio do Corinthians?
O sujeito mais que bêbado, quis dar uma de valente para seu carro impedindo a passagem de outros carros, a policia foi chamada para retirar o sujeito de lá, que resistiu e ai você confere o que ocorreu…
Sim! Ela aprontou mais uma! Melhor, esqueceu mais uma! Vanusa em mais uma apresentação esquece a letra.
A primeira vez havia alegado os remédios, e agora, o que fez esquecer esquecer a letra?
Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, (Valinhos, 6 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982) foi um compositor, cantor, humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais.
O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortado. O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabia que o estrelato e o bom sucesso econômico só seriam alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que era o rádio.
O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show: Trem das Onze. É bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que se torna intemporal. Adoniran alcança, então, o almejado sucesso que, entretanto, dura pouco e não lhe rende mais que uns minguados trocados de direitos autorais. A música, que já havia sido gravada pelo autor em 1951 e não fizera sucesso ainda, é regravada novamente pelos “Demônios da Garoa”, conjunto musical de São Paulo (esta cidade é conhecida como a terra da garoa, da neblina, daí o nome do grupo). Embora o conjunto seja paulista, a música acontece primeiramente no Rio de Janeiro. E aí sim, o sucesso é retumbante.