A um dia de o clube comemorar seu centenário, torcedores do Corinthians picharam muro do Centro de Treinamento do São Paulo, com provocações.
Mas para surpresa de todos, e bem no dia do “centenada”, sai a notícia de que “dutos que transportam óleo combustível e outros derivados de petróleo atrapalham o projeto do estádio do Corinthians em Itaquera. Eles passam sob a área onde o clube, com a Odebrecht, quer construir sua arena”.
Apesar de ainda achar que o pilantra Andrés Sanchez esteja aprontando mais uma para conseguir o quer, mais uma vez ficou no sonho dos corinthianos ter um estádio, mas a única injustiça nessa história toda, é que os são paulinos mais uma vez não terão direito de resposta, afinal terá que esperar mais 100 anos para pixar o muro do estádio do Corinthians?
Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio.
Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto,
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
O Trio Mocotó foi formado em 1968 na Boate Jogral, onde Fritz “Escovão”, João “Parahyba” e Nereu Gargalo trabalhavam. Na época, a boate paulistana era o grande ponto de encontro da música brasileira e os três contratados da casa acompanhavam diariamente nomes como Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho, Cartola, Paulo Vanzolini, Manezinho da Flauta, além das históricas “canjas” com artistas brasileiros e outros ilustres visitantes como Duke Ellington, Oscar Peterson, Earl Hines.
No ano de 1969 a moda havia, literalmente, descoberto a perna feminina, subindo as saias bem acima dos joelhos. Enquanto a minissaia escandalizava em seu sucesso, o joelho feminino ganhava um apelido: mocotó. Como o trio estava sempre brincando com a gíria nova e comentando as belas moças de “mocotós” expostos que frequentavam o Jogral, começaram a ser chamados informalmente de Trio Mocotó. A gíria “oficial” escondia também uma brincadeira de artistas como Wilson Simonal que frequentavam o Jogral. O mocotó, para eles, podia designar tanto o joelho, quanto partes íntimas femininas. A partir daí, Jorge Ben compôs “Eu também quero mocotó” com título de duplo sentido. No mesmo ano o nome do grupo teve de ser oficializado por causa da participação no Festival Internacional da Canção. Os três subiram ao palco ao lado de Jorge e defenderam “Charles, Anjo 45″ debaixo das vaias de um Maracanãzinho lotado. O próprio Jorge já havia composto a música “Eu Também Quero Mocotó”, que foi defendida no mesmo festival por Erlon Chaves e a Banda Veneno com Jorge e o Trio Mocotó como convidados.
Alguns dizem que o ser humano é capaz de voar, mas sem antes de ver este vídeo, fica meio complicado entender essa afirmação. Realmente esse cara é um capoeirista que domina o ar.
Stand-up comedy com certeza é adorado pelos brasileiros, uma mania gringa que foi muito bem adaptado por nossos grandes humoristas.
Mas como tudo na vida, alguns se destacam mais, é o caso desse comediante que criou o Achmed – O terrorista morto. Vale a pena ver!